19/11/11
14/11/11
The Sounds
The Sounds é uma banda sueca, com quatro álbuns editados e mais de dez anos de carreira, desde de já aviso que não sou grande conhecedor da matéria editada pela banda, mas a música "Tony the Beat" acabou por me chamar atenção, talvez devido a participação de Steve Aoki.
Porém é de louvável que o grupo já tenha alcançado mais de dez anos de carreira, um feito realmente admirável, nos dias de hoje, no vai e vem de bandas que nascem e se extinguem numa velocidade absurda.
Porém é de louvável que o grupo já tenha alcançado mais de dez anos de carreira, um feito realmente admirável, nos dias de hoje, no vai e vem de bandas que nascem e se extinguem numa velocidade absurda.
Sugestão,
Luís Tadeu
08/11/11
Paredes de Coura 2011
Embora a minha passagem por Paredes este ano, não passa-se apenas por uma visita de médico, deu para tirar algumas ilações. Apesar da falta de grandes nomes do mundo da música, no cartaz, o espírito de Paredes esta bem vivo e recomenda-se.
Assim em jeito de balanço, por aquilo que me passou pelos olhos e também pelos ouvidos, e além de tudo, não sou o único a dizê-lo, o festival minhoto apesar dos poucos patrocínios, consegue por a um canto, com tranquilidade, qualquer um dos outros festivais de verão. Mentalizem-se de uma coisa, Paredes não é, nem nunca devera ser um festival com grandes nomes, pois se o fosse perdia-se o espírito existente, Paredes é acima de tudo, e deve continuar a ser, um festival de grandes apreciadores de música, seja ela qual for.
Todavia ao longo do tempo a coerência apresentada pela organização faz toda a diferença. A maior prova disso é grande afluência registada na edição deste ano, ainda que as bandas fossem muito verdes, e desconhecidas para a maioria do público. Mas todos aqueles que se deslocaram a praia fluvial do Taboão, foram pelo espírito, mas acima de tudo e mais uma vez, deram um grande voto de confiança ao bom gosto musical da organização.
Estranho, estranho, foi o facto de a organização ter cancelado quatro concertos confirmados, e dois deles um dia antes de o festival começar (Foster The People e Jamaica), estes cancelamentos geraram alguns descontentamentos, e logo este ano que a venda antecipada de bilhetes tinha aumentado 30%, mas já era de esperar este desagrado, pois os Foster The People eram um dos nomes fortes do cartaz e no sábado ainda existiam sonhadores que viviam na esperança que eles aparecessem.
Os SummerCamp substituiram os Jamaica, enquanto Maika Makovski tocaram em vez dos Foster the People no sábado. A escolha de substituir Foster the People recair sobre o Maika Makovski, pareceu-me algo tendencioso, já que a banda é espanhola e grande parte dos forasteiros são provenientes desses lados, mas claro não se pode agradar a gregos e a troianos.
Depois da actuação dos Linda Martini, Maika Makovski subiram ao palco, a espanhola (vocalista) deu espectáculo e surpreendeu os presentes com a sua voz poderosa e melodias dançáveis e de fácil apreensão. A debandada geral que se verificou assim que Linda Martini abandonou o palco deu origem, mais tarde, a um retornar tardio para apreciação dos dotes vocais e qualidade de Maika Makovski.
Quanto a mim, e principalmente devido aos acontecimentos,Maika acabaram por levar para casa o prémio Paredes revelação…
Assim em jeito de balanço, por aquilo que me passou pelos olhos e também pelos ouvidos, e além de tudo, não sou o único a dizê-lo, o festival minhoto apesar dos poucos patrocínios, consegue por a um canto, com tranquilidade, qualquer um dos outros festivais de verão. Mentalizem-se de uma coisa, Paredes não é, nem nunca devera ser um festival com grandes nomes, pois se o fosse perdia-se o espírito existente, Paredes é acima de tudo, e deve continuar a ser, um festival de grandes apreciadores de música, seja ela qual for.
Todavia ao longo do tempo a coerência apresentada pela organização faz toda a diferença. A maior prova disso é grande afluência registada na edição deste ano, ainda que as bandas fossem muito verdes, e desconhecidas para a maioria do público. Mas todos aqueles que se deslocaram a praia fluvial do Taboão, foram pelo espírito, mas acima de tudo e mais uma vez, deram um grande voto de confiança ao bom gosto musical da organização.
Estranho, estranho, foi o facto de a organização ter cancelado quatro concertos confirmados, e dois deles um dia antes de o festival começar (Foster The People e Jamaica), estes cancelamentos geraram alguns descontentamentos, e logo este ano que a venda antecipada de bilhetes tinha aumentado 30%, mas já era de esperar este desagrado, pois os Foster The People eram um dos nomes fortes do cartaz e no sábado ainda existiam sonhadores que viviam na esperança que eles aparecessem.
Os SummerCamp substituiram os Jamaica, enquanto Maika Makovski tocaram em vez dos Foster the People no sábado. A escolha de substituir Foster the People recair sobre o Maika Makovski, pareceu-me algo tendencioso, já que a banda é espanhola e grande parte dos forasteiros são provenientes desses lados, mas claro não se pode agradar a gregos e a troianos.
Depois da actuação dos Linda Martini, Maika Makovski subiram ao palco, a espanhola (vocalista) deu espectáculo e surpreendeu os presentes com a sua voz poderosa e melodias dançáveis e de fácil apreensão. A debandada geral que se verificou assim que Linda Martini abandonou o palco deu origem, mais tarde, a um retornar tardio para apreciação dos dotes vocais e qualidade de Maika Makovski.
Quanto a mim, e principalmente devido aos acontecimentos,Maika acabaram por levar para casa o prémio Paredes revelação…
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Festivais
03/11/11
Movimento?! Não, obrigado...
Já aqui tinha falado da falta de originalidade e criatividade de certos artistas, na altura o projecto em questão foi "Zeca Afonso sempre". Hoje não vou bater na mesma tecla, mas sim no mesmo teclado, ou seja, o problema em si, e a modinha que teima em não desaparecer.
Zeca Afonso, Amália, Carlos Paião entre outros já sofreram na pele com este problema, e cada dia que passa este cancro vai se alastrado na cultura musical portuguesa. É outra vez com grande tristeza que assisto ao nascimento de um novo projecto idêntico, intitulado de Movimento, a banda tem por intuito revisitar clássicos da música portuguesa dos anos 60 e 70, com roupagem soul, mais moderna, isto dizem eles, claro!
O que me entristece ainda mais neste tipo de projectos, é ver artistas com uma carreira solidificada metidos ao barulho, de certos artistas a gente espera tudo, agora existem outros com algum crédito, pelo menos da minha parte, que eu não esperava ver envolvidos neste tipo de “cenas” e neste caso em questão fiquei mesmo desiludido.
Selma Uamusse (Wraygunn) e Marta Ren (ex-Sloppy Joe e Bombazines), onde foste-vos meter e logo na companhia do Miguel Ângelo…
Os Contemporâneos ironizaram e muito bem esta moda…
11/10/11
The Blue Boy - Remember Me
Alex Blackmore é um dj escocês, que no ano de 1997 com o nome The Blue Boy, lançou o incrível single "Remember Me", depois desse lançamento Alex chegou a conclusão que a vida de artista de música pop era cansativa, e nunca mais apareceu, ou melhor dizendo, apareceu mas sob outros pseudónimos, chegando mesmo a fazer alguns remixes por aí.
"Remember Me" é uma amostra do seu talento, que de certa forma se perdeu, um impressionante rap dançante com pitadas de jazz e vocais de soul, algo inovador para a época em que se vivia...
11/09/11
Mafalda Arnauth

Mafalda Arnauth é a imagem da nova geração de fadistas, a sua carreia teve inicio em 1995, mas só em 1999 é que lançou o seu primeiro álbum e foi nesse mesmo ano que recebeu o prémio de voz revelação pela Blitz, sendo aclamada pela critica.
Não sou propriamente de uma geração que aprecie fado e confesso que, até à bem pouco tempo, eu não era excepção. Para mim, o fado era o lado negro da nossa nação, era o ópio das gerações passadas, o elemento que fazia parte da trilogia dos F's.
Não sou perito na matéria, mas percebo o suficiente para poder dizer que a Mafalda é, neste momento, uma das melhores fadistas portuguesas e, para além disso, é uma artista multi‑facetada - compositora, autora, empresária, criativa e comunicadora -. É nesta diversidade que reside a grande diferença, porque Mafalda Arnauth transporta para o fado conteúdos bastantes actuais e aposta em desmistificar a ideia do fado negro, pesado.
É essa a sua "audácia" - é dizer, de viva voz: "já lá vai o fado escuro; já lá vai o medo em muro".
Mafalda Arnauth - Pode lá ser
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Fado
09/09/11
Nancy Elizabeth

Dona de uma voz belíssima, Nancy passou pela primeira vez por Portugal em Fevereiro do ano passado, durante uma tournê de apresentação do seu trabalho "Wrought Iron". Um disco magnifico, que afirma a britânica como um dos nomes mais sólidos do novo folk.
Elizabeth assume-se como uma talentosa multi-instrumentista capaz de, com o piano, guitarra ou percussão, oferecer belíssimos temas folk em câmara lenta, onde a simplicidade dos arranjos e a maravilhosa tonalidade da sua voz avançam directamente para os nossos sentidos.
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07/09/11
Coisas que se dizem...
Li, algures neste planeta que é a Internet, algo do género:
Confesso que, tal como muitas outras coisas, não percebo que tem de especial esta menina que dá pelo nome de Lady Gaga.
Que eu saiba, já há 20 anos a Björk andava feita parva a vestir‑se de coisas, mascarada de cisne e não sei que mais. E se a novidade é por ser uma gaja feia a vestir‑se de coisas, a Peaches também já o faz para aí há 10 anos.
Qual é a novidade aqui?
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Coisas que se dizem...
31/08/11
02/08/11
Electro Domestic
Desde já agradeço a presença dos Electro Domestic neste nobre espaço, eles que serão os cabeça de cartaz na edição de 2011 do Oural Summer Party.
Nos últimos tempos, os Electro Domestic têm vindo a afirmar-se no mundo da música electrónica, sendo grande exemplo disso a sua participação na passada edição do festival Optimus Alive.
Entre muitas outras coisas, tive o prazer de falar com eles sobre o início do seu projecto, o que já mudou desde então, os seus planos para o futuro e, claro, quais as expectativas para o Oural Summer Party, a realizar-se no dia 6 de Agosto.

Decidimos revolucionar a noite Vimaranense com música electrónica alternativa e potente.
A vossa popularidade no meio musical tem vindo a crescer. Como apresentariam os Electro Domestic?
Electro Domestic ® é um projecto musical de três amigos que se conheceram na Universidade do Minho e decidiram revolucionar a noite Vimaranense com música electrónica alternativa e potente. O sucesso desta iniciativa foi tal, que nos levou a tocar em algumas das melhores festas e spots nacionais.
Qual é a inspiração dos Electro Domestic? Há alguém ou alguma coisa em especial?
Acho difícil definir uma inspiração em especial, somos três e cada um tem as suas próprias influências e inspirações. Ambos partilhamos o gosto pelo dancefloor ao rubro, de sorriso espelhado no rosto, braços no ar e pernas irrequietas a acompanhar o BASS!
A 16 de Abril de 2010 tivemos a nossa primeira actuação fora do Bar Académico e decidimos inovar conjugando o trabalho dos três num único set.
Falem-me do vosso trajecto musical. Como foi que começaram e o que mudou entretanto?
Embora cada um de nós tenha o seu trajecto individual pré-Electro Domestic, juntámo-nos para tocar e organizar festas em meados de 2009. Nessa altura, tocávamos alternadamente e durante toda a noite para um público maioritariamente universitário, no Bar Académico de Guimarães. Posteriormente e graças ao sucesso dessas noites intituladas "ELECTRO DOMESTIC NIGHT SESSIONS", recebemos convites para tocar noutros locais nortenhos. A 16 de Abril de 2010 tivemos a nossa primeira actuação fora do Bar Académico e decidimos inovar conjugando o trabalho dos três num único set. A fórmula funcionou tão bem que desde então recebemos cada vez mais convites para tocar um pouco por todo o país. Assim sendo, continuámos com o mesmo formato, mas pretendemos continuar a inovar.
Conseguem definir pontos altos e baixos na vossa carreira?
Até agora não podemos dizer que tenham havido pontos baixos na nossa curta carreira. Começámos devagar num contexto mais local e familiar, aos poucos fomos crescendo como profissionais e conquistando o país de Norte a Sul.
Qual tem sido a reacção do público até aqui?
Na generalidade, a reacção do público tem sido muito boa. Recebemos frequentemente feedbacks muito bons e sentimos as pessoas orgulhosas por sermos Portugueses. O pessoal estrangeiro (público e artistas) também nos tem dado apoio e começamos aos poucos a sair deste cantinho europeu.
O público pode esperar por um trio cheio de energia, que tudo fará para electrizar todos os presentes e não deixar ninguém de pé parado.
O que pode o público esperar dos Electro Domestic para o Oural Summer Party, no próximo dia 6?
O público pode esperar por um trio cheio de energia, que tudo fará para electrizar todos os presentes e não deixar ninguém de pé parado. Quem já nos conhece, já sabe o que lhes espera, quem ainda não conhece, pode esperar por um set potente, com muitas novidades e alguns clássicos à mistura.
Para terminar, já têm projectos para o futuro?
Os principais projectos que temos para o futuro são a produção musical e a parceria com outros projectos nacionais e internacionais. Estamos a dedicar-nos à produção musical pois acreditamos poder levar-nos além fronteiras e a "conquistar" o mundo
A actuação em formato live é outro aspecto que iremos integrar num futuro breve... estejam atentos!
Colaboração de Édi Sandro
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Entrevista
25/07/11
Amy Winehouse

Amy Winehouse, nascida a 14 de Setembro de 1983, a cantora passou por muitos altos e baixos. O seu primeiro álbum, lançado em 2003 com o título "Frank" - numa referência ao cantor de jazz Frank Sinatra - , foi muito bem recebido, tanto comercialmente como pela crítica, e seu segundo álbum "Back to Black", lançado em 2006, recebeu seis nomeações para os Grammy, vencendo cinco. Sem qualquer sombra de dúvida, um excelente trabalho.
No passado dia 23 de Junho, a cantora britânica apareceu morta no seu apartamento, deixando apenas dois álbuns editados, tendo ficado um terceiro pela fase de preparação. Penso que agora podemos esperar por um Best Of, analisando ainda as coisas a quente.
Apesar dos prémios que ganhou, o grande problema na sua carreia - e mesmo na vida - veio após o lançamento de "Back to Black". Todo aquele êxito que o álbum gerou, a fama e a glória não foram geridos da melhor forma pela Amy. Nunca se encaixou bem nesta nova forma de viver e levou sempre uma vida depravada - a bem dizer, seguiu à risca o que parece estar escrito no Corão dos artistas antigos: "a fama não serve de nada e só traz destruição" -, e é assim que se vê perder um talento para o mundo dos vícios. Escândalos atrás de escândalos, graves problemas de saúde, um casamento falhado, vários desacatos com a polícia, o vício do álcool e da droga, uma mão cheia de pretextos para prever um fim trágico.
Com este fim, Amy acabou de assinar o seu nome no livro dos mitos musicais. Estivemos perante um dos maiores sucessos da nossa década. Dona de uma voz genial e rara nos dias de hoje, fez renascer o jazz e os blues e o mundo, a partir daí, começou a olhar para estes estilos musicais com outros olhos - e com outros ouvidos!
Aqui fica a minha homenagem à Amy Winehouse. Deixo-vos uma das minhas músicas preferidas...
24/07/11
12/07/11
04/07/11
Clã em Vila Real

No passado dia 21 de Maio o grupo português Clã esteve presente no teatro de Vila Real. Com o propósito de apresentar o seu novo disco de seu nome Disco Voador, encantaram o público presente.
Os lugares sentados estavam todos ocupados e ainda havia gente de pé nas laterais de variadas idades. Estava marcado o início do concerto para as 10h e logo depois dessa hora a Manuela Azevedo veio ao palco interagir com o público e explicar um pouco do seu novo trabalho, uma vez que este cd nada tem a ver com os anteriores.
Posto isto, as luzes apagaram-se e, quando acenderam de novo, já estava a primeira música a decorrer. Um concerto com quase 2h cheias de emoções devido à qualidade da banda e suas músicas, a qualidade do som do teatro e os efeitos luminosos adequados às músicas. Estiveram reunidas, a meu ver, todas as condições para a grande salva de palmas com que os Clã foram brindados no final do espectáculo.
Deixo como sugestão o tema Embeiçados:
Clã - Embeiçados
by Édi Sandro
02/07/11
25/06/11
Diabo e a cruz
Hoje trago-vos uma notícia já antiga. O normal numa sociedade comum e civilizada é as bandas serem catalogadas devido ao seu estilo musical, embora por vezes sejam conotadas com certos tipos de rótulos.As bandas, depois de rotuladas, vão ter que arcar com as consequências e a sociedade não é meiga, pois preconceito criado torna-se difícil de desaparecer e o aspecto qualitativo é posto de lado.
Posições ideológicas, religiosas, políticas e puro aspecto visual, tudo serve para criar o dito preconceito. Até aqui tudo normal, apesar de errado, pois a qualidade deveria sobrepor-se a tudo o resto. E é nesta "normal anormalidade" que aparece a dita notícia em questão: Diabo na Cruz afastados de concerto devido ao seu nome.
A paróquia de Mondim de Basto não aprovou e decidiu mesmo cancelar um concerto que tinha agendado com a banda. Assim à primeira vista, tudo leva a crer que se tratava de um aspecto religioso, mas não é essa realidade. O único factor aqui em questão é, pura e simplesmente, o nome da banda, já que a música praticada pela mesma não reflecte em nada esse aspecto.
Mas afinal onde é que estamos? Num país do terceiro mundo. Quer dizer, que se toda gente catalogasse as bandas pelo nome, muitas das bandas de hoje em dia estariam lixadas e nem se quer chegavam àquela parte de dar concertos. Estou aqui a lembrar-me de um exemplo lógico: a partir de agora nunca mais vou ouvir Xutos e Pontapés, pois fizeram uma má escolha para o nome da banda, é um nome que incentiva a violência e logo eu que até sou a favor da paz no mundo…
Só tenho uma coisa a dizer: A música é bué de cenas! Não é apenas um nome…
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Notícias
30/05/11
Parov Stelar

O austríaco Marcus Füred, mais conhecido como Parov Stelar, é uma das maiores revelações dos últimos anos. É um novo talento que está a dar muitas alegrias aos amantes do jazz electrónico, o dito nu-jazz.
A sua música é descrita de forma simples, digamos que é uma fusão de amostras de jazz clássico entre batidas house e breakbeat ou, nas palavras do austríaco, "a liberdade do jazz combinado com o groove de house e breakbeat".
Da minha parte, eu diria que a música deste senhor é um pouco estranha mas, ao mesmo tempo, viciante. É, sem dúvida, um som muito bom de se ouvir...
Parov Stelar - Homesick
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